Cercade 300 funcionários haviam deixados os postos após a morte do colega de trabalho. Com a greve dos funcionários, mais de 20 mil encomendas deixaram de ser entregues. Para regularizar a situação das encomendas, a empresa deve colocar um plano de ação contingencial para “mitigar os efeitos da paralisação”.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correiros de Mato Grosso (Sintect-MT), Edemar Leite, a suspensão da greve ocorreu após a assinatura de um acordo entre os Correios e os funcionários.
No documento, a empresa se compromete a tomar medidas paliativas para evitar a entrada de pombos nos locais de trabalho e aumentar a equipe de limpeza permanente no prédio. Além disso, os Correios devem apresentar em seis meses uma medida para acabar efetivamente com a entrada das aves.
No entanto, segundo Edemar, a greve pode ser retomada caso o acordo não seja cumprido. “Deixamos claro que é uma suspensão e se a empresa não cumprir com o que está acordado vamos retomar a greve”, afirmou.
O prédio onde os servidores trabalham havia sido interditado pela Justiça do Trabalho por causa da infestação de pombos. Segundo o sindicato, Celso Luiz foi infectado com a doença causada pela infestação no local de trabalho. O prédio foi desinterditado na quarta-feira (5). Após a morte cerebral, o corpo dele foi velado no sábado (31) e enterrado em um cemitério de Várzea Grande.
FONTE: G1 MT

