21/03/2016 - Professores do Distrito do Espigão do Leste lutam pelos seus direitos

21/03/2016 - Professores do Distrito do Espigão do Leste lutam pelos seus direitos

Professores da rede municipal do distrito de Espigão do Leste, município de São Félix do Araguaia - MT seguraram vários cartazes, 15, uma passeata pela educação, onde marcou o primeiro dia de greve, que durou 3 dias na luta por melhorias pela educação. Além dos professores da escola municipal participaram a vereadora Cida Brandão, funcionários das escolas, pais, alunos, representantes de entidades organizadas, a população em geral, que aproveitaram a passagem pelos estabelecimentos comerciais para entregar panfletos mostrando os motivos da manifestação e do movimento paredista.

 

Nessa hora, o que pesa é a honra e a dignidade do trabalhador. Quem se esforça com todo o cuidado para levar educação com qualidade para milhares de crianças e adolescentes merece ter salários melhores.

 

Professores das redes estadual e municipal da Bahia fizeram hoje (15), uma passeata pela educação para marcar o primeiro dia de greve, que vai durar até a próxima quinta-feira (17), em Salvador, em todo a Bahia e em outros estados, em um movimento

 

Cerca de mil educadores, de acordo com a Polícia Militar, se reuniram na Praça Dois de Julho, Campo Grande, e seguiram para a Praça Municipal, centro de Salvador. De acordo com os organizadores, foram dois mil servidores nas ruas.

 

A APLB Sindicato (entidade que representa os professores da rede pública da Bahia, antiga Associação dos Professores Licenciados do Brasil) informou que a mobilização é nacional e ocorre em outros estados do país. Os atos são contra a militarização e a gerência de organizações sociais nas escolas públicas, o projeto “Escola Sem Partido”, que chamam “Lei da Mordaça” e o fechamento dos estabelecimentos.

 

“Hoje, amanhã e depois, o Brasil está parado, pela educação. Aqui em Mato Grosso, 62% dos municípios não pagam o piso que, hoje, está em R$ 2.135, para uma jornada de 40 horas, para um professor de nóvel médio. Na rede municipla, precisamos de concurso público, porque estão terceirizando a educação. Há 20 anos, o estado não faz concurso para funcionário de escola”, relata o Coodenador da APLB Sindicato, Rui Oliveira.

Néia Rondon /O Repórter do Araguaia



 

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