22/12/2015 - Taques defende moratória de 3 anos para dívidas dos Estados; MT passa de R$ 5 bilhões
A perspectiva de tempos bicudos para 2016, principalmente com a queda na arrecadação provocada pela crise econômica, levou o governador José Pedro Taques (PSDB) a liderar o Consórcio Brasil Central, reforçado por
Pedro Taques entende que momento é extremamente difícil e que a busca de alternativas urge, em cada
Pedro Taques lembrou que é necessário discutir a moratória da dívida dos estados em relação à União e destacou que essa medida já foi tomada em 1998, durante o primeiro mandato do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
“Não é possível que a União Federal aja como uma administradora de cartão de crédito, em detrimento dos estados-membros. Os estados não agüentam mais serem os responsáveis pelo ajuste fiscal da União”, argumentou ele, para a reportagem do Olhar Direto.
“O próximo ano será um ano difícil e a função do governador é concretizar políticas públicas, constituir escola, hospitais, estradas, dar segurança ao cidadão e não ficar tratando só de folha de pagamento e fluxo de caixa”, justificou o chefe do
A sugestão apresentada por
O governador também sugeriu que no próximo encontro do
Em outra vertente, Pedro Taques e os demais governadores que integram o Consórcio Interestadual do
“Entendemos que o momento é de prepararmos a agenda de superação da crise e ela não será possível enquanto entenderem que os instrumentos de desenvolvimento econômico devem servir para promover superávit”, diz trecho da carta.
Os governadores entendem que não há qualquer justificativa para aumento exorbitante dos juros de financiamento em fundo que conta com altíssima adimplência e que é eixo central da estratégia de investimentos privados nos
Os estados também se posicionaram contrários à “redução drástica” no volume dos repasses do
“O repasse desses recursos é vital para o incremento das atividades econômicas nos estados que mais cresceram e contribuíram para a redução das desigualdades no Brasil”, completa a carta dos governadores para Dilma.
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